Naquela manhã de setembro, uma manhã que tudo tinha para ser como outra qualquer para nós cidadãos, tudo o que vimos foi um ataque contra a nossa liberdade. Uma manhã inanimada nos prendeu em prantos e lágrimas, assim como a mídia explora e alimenta nossos medos, projetando o silêncio de nossa discordância, criando e alimentando falsas e errôneas esperanças com suas contradições, nos levantando a perguntas até hoje sem respostas.